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Fraudes na gig economy: saiba os riscos e como se proteger

Alan Faleiro

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Os negócios que se inserem na chamada gig economy, como os conhecidos Uber, iFood, 99 e Rappi, tiveram crescimento acelerado nos últimos anos e hoje ocupam espaço de destaque em seus segmentos.

No entanto, apesar desse cenário promissor, empreendedores da gig economy precisam ficar atentos às ameaças que rondam o setor, entre as quais as fraudes.

Neste post, apresentamos o contexto das fraudes que pairam sobre as empresas da gig economy e como o seu negócio pode se proteger. Siga a leitura para saber mais! 

O contexto do modelo gig economy

As empresas, hoje, assumem um risco cada vez maior com o recrutamento e a terceirização de serviços na chamada gig economy. 

Essa tendência, que também é conhecida como economia compartilhada ou economia dos bicos, é justamente caracterizada pela oferta de serviços por meio de plataformas digitais. É o caso dos aplicativos de mobilidade urbana e entrega de comida, que são, talvez, a maior revolução dos últimos anos em termos de facilidade para seus usuários.

A pessoa interessada se cadastra em uma determinada plataforma, sem grandes burocracias ou sem um processo seletivo muito complexo, e faz lá o trabalho dela, gerencia seus turnos e gera a sua renda. Esses trabalhadores não têm um vínculo formal com a empresa, então são prestadores de serviços.

Vale lembrar que essa dinâmica não surgiu agora. Muitas empresas já trabalhavam com o formato de terceirização antes do fenômeno digital. Ainda assim, é uma realidade que foi potencializada com as novas possibilidades digitais e com a facilidade dos aplicativos de celular.

Só para se ter uma ideia, uma pesquisa conduzida em 2018 pelo Grupo Zap mostrou que naquele ano 52% dos brasileiros já usavam apps de transporte para o deslocamento. Se há pessoas usando os aplicativos, é porque há motoristas oferecendo carona.

Com os apps de delivery de comida, o cenário é ainda mais impressionante. O número de pedidos crescia cerca de 12% ao mês, segundo um levantamento de 2019 da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, a Abrasel.

Nesse cenário, embora a empresa de tecnologia não seja responsável pelo serviço prestado ou por quem está executando o serviço, o nome dela está em jogo. Afinal, é por meio do aplicativo que o usuário final chega até o serviço de carona ou até o delivery de comida, entre outras demandas. Trata-se de um cenário de risco muito forte que levanta a questão: qual é o controle que essas empresas têm sobre quem está entrando nas suas plataformas?

Os riscos e como se proteger

Muitas empresas da gig economy possuem sites e aplicativos com procedimentos de verificação de identidade ainda bastante vulneráveis e propensos à ação de fraudadores, que se aproveitam da situação para aplicar diferentes golpes.

O mais comum deles e que serve de ponto de partida para cometer uma série de outros crimes é justamente a criação de contas falsas nesses sites e dispositivos.

Em um app de mobilidade, por exemplo, pessoas mal intencionadas podem se passar por motoristas, enganando as empresas responsáveis pelo sistema e colocando em risco a vida dos usuários.

A realidade é que qualquer pessoa pode criar uma conta falsa nesse tipo de app quando não há medidas de segurança suficientes.

Além disso, elas podem fazer uso de identidades falsas, trazendo uma série de problemas para terceiros cujos nomes estão sendo utilizados para a prática de fraudes.

Também há a possibilidade de fazer uso de um cartão de crédito roubado para locar veículos e não mais devolvê-los, postar ofertas fraudulentas em nome de lojas inexistentes ou se passar por estabelecimentos que jamais vão entregar os pedidos realizados pelos clientes. As possibilidades de fraudes são várias.

Soluções para evitar fraudes

Apesar da internet ter se tornado um ambiente propício para a disseminação de fraudes, é possível evitar prejuízos e a má reputação do seu negócio causada pelas fraudes.

Ainda que os fraudadores estejam cada vez mais ousados, a tecnologia também caminha a passos largos e já é capaz de barrar grande parte das tentativas de fraudes.

Na Combate à Fraude, dispomos de uma série de soluções que somadas são capazes de levar proteção completa à sua empresa. São elas:

Combate à Fraude: a combinação da Automação & Onboarding e das soluções de Biometria Facial e Documentoscopia é capaz de proteger sua empresa de usuários fraudulentos, determinando a autenticidade dos documentos e evitando que pessoas se passem por outras para cometer crimes digitais.

Clique aqui e saiba mais sobre a solução

Background Check: com esta solução, você conhece melhor quem está se cadastrando na sua empresa: funcionários, terceirizados ou clientes. Tem acesso a dados judiciais, antecedentes criminais, telefones, dados profissionais e financeiros e muito mais.

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Identity: a nossa solução de autenticação multifator permite exigir informações adicionais antes de autorizar uma determinada ação para garantir que seu cliente é quem diz ser e manter a segurança da conta do seu cliente.

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Vale destacar que possuímos experiência no atendimento às demandas de prevenção às fraudes de identidade em empresas da chamada gig economy, como você pode conferir em nossa lista de clientes.

Para saber mais sobre as soluções aqui citadas e solicitar uma demonstração gratuita, clique aqui para que possamos lhe mostrar tudo o que a Combate à Fraude é capaz de fazer para tornar seu negócio mais seguro.

Confira também: 5 dicas para estabelecer uma gestão de risco em prevenção à fraude

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