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Por que a prova de vida é tão importante no seu processo de onboarding

Alan Faleiro

O processo de onboarding digital e automatizado, com captura de imagens e extração de dados em alta qualidade, facilita muito o processo de ‘embarcar’ usuários em qualquer sistema, mas precisa ser combinado com determinadas medidas de segurança para prevenir fraudes.

Ainda que a solicitação de uma fotografia dos indivíduos já possa ser considerada um passo inicial nesse sentido, ela não é o suficiente para combater uma das fraudes mais comuns durante o processo de onboarding: o spoofing.

A prática nada mais é do que o uso de uma foto de foto, foto de vídeo ou foto de máscara com o objetivo de burlar seu sistema. 

A melhor solução é utilizar um sistema anti-spoofing que conte com a tecnologia de prova de vida, o recurso mais eficaz para lidar com o problema em disponibilidade no mercado. 

É por essa razão que aqui na Combate à Fraude sempre recomendamos a inclusão da prova de vida no seu processo de onboarding. Siga a leitura para saber mais!


Afinal, o que é a prova de vida?


O termo prova de vida (em tradução do inglês Liveness) é usado para se referir a uma tecnologia que tem como objetivo assegurar que a pessoa que está em frente à câmera está viva, ou seja, diz respeito à capacidade de uma máquina determinar se determinada interface está interagindo com uma pessoa ou com uma outra máquina. 

A prova de vida começou a ser desenvolvida em meados do século XX, com o britânico Alan Turing (1912 - 1954), um matemático considerado pioneiro na Ciência da Computação e pai da Inteligência Artificial.

Em 1950, Turing criou um teste para observar como os humanos se relacionam com as máquinas que ficou conhecida como Teste de Turing. Posteriormente, a dinâmica orientou diferentes pesquisadores no desenvolvimento de novas tecnologias. 

Contudo, o termo Liveness foi cunhado somente em 2001 pela cientista Dorothy Elizabeth Denning (nascida em 1945 nos Estados Unidos), uma pesquisadora especialista em inovações e segurança cibernética.

Hoje, já com a tecnologia muito otimizada, temos dois tipos de prova de vida e é sobre eles que vamos lhe explicar melhor agora. 


As diferenças entre prova de vida ativa e passiva 


Prova de vida ativa


A prova de vida ativa é a mais comum no mercado e consiste em um sistema que fornece orientações para o usuário, solicitando que o mesmo faça movimentos na hora do cadastro. Aqui, quanto mais movimentos, melhor. Por exemplo: piscar os olhos, movimentar a cabeça para a esquerda e/ou direita e sorrir.

Porém, a maioria dos sistemas pede apenas para o usuário piscar os olhos, o que tende a ser insuficiente para combater fraudes. O ideal é que sua prova de vida ativa exija mais de uma ação do usuário, pois os fraudadores podem burlar seu sistema com mais facilidade quando há apenas uma ação demandada.

Trata-se de uma tecnologia de detecção que não faz uso de inteligência artificial, mas sim de uma programação matemática que considera o mapeamento e a interligação de 64 pontos faciais para calcular os movimentos do rosto.

Sendo assim, se um usuário colocar uma foto digital ou impressa em frente à câmera durante o processo de captura de imagem, ela simplesmente não vai ser aprovada porque a prova de vida ativa exige movimentos.

A reprovação vai acontecer mesmo no caso de a tentativa de fraude ser feita com um vídeo de alta resolução, pois a prova de vida só reconhece faces reais.

Já no caso de o fraudador utilizar o recurso de deepfake, ele até vai conseguir simular os movimentos de rosto, mas ainda assim a tecnologia de prova de vida ativa com mais de um comando já será capaz de garantir um nível de segurança de 99,99% no seu processo de onboarding.


Prova de vida passiva


A tecnologia de prova de vida também possui uma versão estática: a prova de vida passiva, ainda menos comum no Brasil.

Neste caso, a detecção facial é feita com o auxílio de uma inteligência artificial capaz de reconhecer ou não a presença de um rosto humano na imagem.

Por meio dessa tecnologia de prova de vida, o usuário posiciona o rosto em frente à câmera e a captura é feita de forma automática na medida em que o sistema reconhece um rosto.

Aqui na Combate à Fraude, fazemos uso desse recurso com a imagem capturada sendo enviada ao nosso servidor, que tem uma inteligência artificial treinada para fazer uma distinção entre um rosto verdadeiro e um rosto falso, evitando fraudes envolvendo técnicas de spoofing.

A prova de vida passiva da Combate à Fraude é tão segura que conta com a certificação do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologias (Nist). A agência governamental não regulatória da administração de tecnologia do Departamento de Comércio dos Estados Unidos assegura a qualidade do nosso produto.


Qual produto de prova de vida devo escolher?


Tanto a prova de vida ativa quanto a prova de vida passiva são opções seguras para serem incluídas no processo de onboarding da sua empresa. 

Porém, a prova de vida ativa não faz uso de inteligência artificial e pode gerar alguns constrangimentos devido à solicitação de diferentes movimentos em frente à câmera.

A decisão de escolha entre elas vai depender da necessidade e da realidade da sua empresa, mas deixamos o convite para que você conheça a Autenticação Facial com Prova de Vida da Combate à Fraude.

O produto é indicado para quem quer evitar pessoas se passando por outras, sendo perfeito para ser usado quando um cliente pede uma alteração de endereço, troca de aparelho, solicita um saque ou muda a senha. Para esses casos, recomendamos sempre pedir uma autenticação facial. 

A nossa autenticação facial é à prova de fraudes, pois não aceita vídeos ou fotos (anti-spoofing). Além disso, ela tem a melhor usabilidade do mercado, pois não pede a realização de uma série de movimentos, bastando estar presente na frente do celular.

E o melhor: disponibilizamos a nossa tecnologia (SDK) para Apple IOS, Android e ambientes Web (Api), trazendo uma solução universal de fácil implementação.

Clique aqui para saber mais sobre o nosso produto e solicite uma demonstração gratuita agora mesmo!


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